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Prever o futuro com razoável grau de acerto pode facilitar o planeja­mento estratégico de uma campanha publicitária e minimizar riscos na hora de colocar o produto no mercado. É o sonho de qualquer marqueteiro.

Para antecipar os hábitos dos consumidores é preciso compreender, nas entrelinhas de milhares de reportagens e livros publicados a cada ano, os atuais movimentos demográficos,

econômicos e comportamentais. Michael Richarme, vice-presidente sênior da agência americana de mar­keting Decision Analyst, apontou, em artigo para a revista The Futurist, algumas tendências para os próximos anos.

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Marcas globais fortes

A maçã da Apple, as orelhas do Mickey e o swoosh da Nike são ícones de identificação imediata em qualquer lugar do mundo. Os consumidores querem cada vez mais criar vínculos com esses símbo­los. Com o excesso de informações sobre todo tipo de produto, a preferência tem sido pelas marcas globais.

Mais compras pela internet

O aumento do volume de vendas pela in­ternet já é realidade. A empresa que não se adaptar estará fora do jogo. A Amazon já desenvolveu uma ferramenta pela qual o consumidor pode tirar uma foto do código de barras de uma etiqueta numa loja qual­quer e depois encontrar, no site, o mes­mo produto, por um preço talvez menor.

Produtos sob medida

Os sites de relacionamento estão mudan­do as formas de comunicação. Cada vez mais as pessoas se agrupam por interesses em comum. A emergência dessas comunidades virtuais gera uma oportu­nidade única de pesquisa desses hábitos coletivos, mas também estabelece o de­safio de se chegar a produtos segmenta­dos e customizados.

Uma geração saudável

Os baby boomers, nascidos entre o fim da Segunda Guerra Mundial e o início dos anos 60, estão saindo de cena. A nova geração tem hábitos mais saudáveis e incorpora a medicina holística à tradicional. Eles praticam ioga, e não golfe, e preferem cozinha contemporânea a churrasco. E continuarão assim pelas próximas décadas.

Imigrantes bem preparados

Em meados co século passado, eram comuns histórias de empreendedores sem formação acadêmica. Hoje, graduações e MBAs são indispensáveis. Como a educação nos EUA está em baixa, muitas corporações estão contratando imigrantes de países em desenvolvimento, como Brasil e China. que investiram no ensino. Um terço dos 70 mil funcionários da Microsoft é indiano.

Via Revista Época Negócios por Ivan Padilla

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