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Jobvite, uma plataforma  de recrutamento para a web social, anunciou hoje os resultados de seu relatório anual de Recrutamento de Pesquisa Sociais e introduziu o Índice Jobvite que acompanha os resultados reais de recrutamento social.

Este novo dado revela que o recrutamento social continua com um rápido crescimento entre as empresas dos EUA com 89% delas planejamento para recrutar através das mídias sociais ainda neste ano, acima dos 83%  registrados em 2010. A maioria (64%) têm expandido seus programas de recrutamento social de duas ou mais redes. Como a concorrência de mão de obra qualificada crescendo, o recrutamento social lidera lista dos entrevistados em dois anos consecutivos como a área mais popular para aumentar o investimento.

A pesquisa da Jobvite foi realizada em junho e entrevistou mais de 800 norte-americanos de recursos humanos e profissionais de recrutamento em suas atividades de recrutamento social.

Quase dois terços dos empregadores já fez contratações de sucesso através de redes sociais, e uma grande maioria de empresas planejam investir mais em recrutamento social no próximo ano.

64% dos entrevistados têm contratado através de redes sociais em 2011, contra 58% em 2010.
55% vão aumentar os seus orçamentos para o recrutamento social e 30% para as referências, enquanto apenas 16% vão gastar mais em placas do trabalho.

Quase todas as empresas pesquisadas (87%) usem o LinkedIn para o recrutamento social (acima de 78% no ano passado). Mais da metade (55%) usam o Facebook e  47% usam o Twitter. Realidade bem diferente no Brasil.

64% das empresas pesquisadas utilizam pelo menos duas redes em seus esforços de recrutamento, e 40% utilizam três ou mais. O Índice de Jobvite descobriu que ao longo dos últimos seis meses 73% de todas as contratações sociais vieram do LinkedIn, 20 % a partir do Facebook e apenas 7% do Twitter.

No entanto, 43% das contratações de referência social no Jobvite vieram do Facebook. O LinkedIn gerou cerca de 41% e o Twitter produziu 16%.

Usuários LinkedIn receberam 52% de todas as referências de trabalho social, enquanto o Facebook e Twitter receberam cada um 24%.

(via WebDiálogos)

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