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Um estudo realizado por cientistas no Reino Unido diz que o uso das redes sociais como Facebook e Twitter imita a forma como animais, incluindo golfinhos e macacos há muito trocam informações sobre suas próprias vidas e mundos.

“As redes sociais são as mesmas em todas as espécies e, embora os detalhes de sua estrutura possam ser diferentes, algumas propriedades permanecem as mesmas se estamos olhando para as baleias assassinas, macacos-aranha ou, de fato, para os seres humanos”, disse o professor de ciências biológicas, David Lusseau da Universidade de Aberdeen.

Lusseau, que liderou o estudo de 10 anos sobre o comportamento animal, apresenta suas descobertas em uma palestra chamada “Did Animais Invent Twitter?” (Os animais inventaram o Twitter?)

Em seu projeto ele descobriu que os golfinhos, baleias, primatas e animais com cascos, interagem de forma a ajudar na tomada de decisões de forma eficiente e eficaz em benefício do grupo. Pesquisadores comparam isso a maneira como os humanos interagem socialmente no Facebook e Twitter para troca de informações e discussões em grupo. E, assim como quando os humanos planejam uma festa ou excursão via Facebook, certos animais tendem a orientar as conversas sobre onde encontrar o alimento ou evitar predadores.

“Escolas de golfinhos são um exemplo disso”, diz Lusseau. “Como indivíduos, os golfinhos têm as suas próprias necessidades diárias para suprir, como descansar e comer, mas eles também estão preocupados com o que devem fazer em seguida como um grupo. Descobrimos que líderes do grupo pode surgir simplesmente em casos particulares, pois eles podem conhecer o contexto atual melhor do que os outros membros do grupo. ”

A pesquisa também descobriu que todos os animais são ligadas entre si por conjuntos de conexões compartilhadas – bem como os seres humanos estão no mundo real ou no Facebook – e que o conceito de seis graus de separação se aplica até mesmo no reino animal.

Via Mashable

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