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Redes sociais, como Twitter e Facebook, ganham credibilidade entre empresários que buscam retorno sobre desempenho dos negócios

Segundo pesquisa da BrightEdge feita com pessoas de 360 empresas da área de varejo, finanças, tecnologia e turismo, 84% dos profissionais que lidam com buscas na internet pretendem aumentar o emprego de métricas de redes sociais, e 72% deles afirmaram que pretendem aumentar seus gastos com SEO (sigla em inglês para Search Engine Optimization) em relação ao ano passado.

Essas métricas variam de acordo com a rede social usada e o que a empresa pretende avaliar.

Thiago Bacchin, CEO da Cadastra, agência de marketing especializada em ações de performance, conta que a métrica mais comum do Twitter, por exemplo, é o levantamento do número de menções com o auxílio de ferramentas de monitoramento.

Isto pode ser feito antes mesmo da empresa ter um perfil na rede social. “Essa é a primeira coisa a fazer para saber qual o status da discussão que a marca tem nas redes sociais e identificar possíveis ameaças”, explica Bacchin.

De acordo com ele, essa sondagem permite até saber quais prejuízos uma empresa pode ter se demorar em responder alguma solicitação ou reclamação feita via rede social.

Após o estabelecimento da marca na rede social, Bacchin explica que a próxima etapa engloba a mensuração da quantidade de pessoas que efetivamente tem relação com a marca. No Twitter, essa medida se dá pelo número de seguidores, e no Facebook, pela quantidade de fãs que a página da empresa possui.

“Isso não significa que elas estão interagindo e nem qual o nível de engajamento. Não adianta ter 50 mil fãs e quase ninguém interagindo”, pondera Bacchin.

Quando há interação, o cálculo para diagnosticar o número de pessoas que estão postando coisas positivas sobre a empresa também não é simplista.

“O ideal é tentar identificar o segmento e comparar com os similares. Existem empresas com mais de um milhão de fãs no Facebook com pouca interação e outras que fazem um trabalho enorme com seus dois mil fãs”, afirma.

Via Information Week

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