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A inovação alimenta a marca com novas ideias, incentiva a criatividade e ajuda a levar sua empresa para o próximo nível. Porém, como podemos alinhar branding e inovação?

Ao demonstrar um mindset de inovação aos consumidores, as empresas podem garantir a visão de que entregam produtos e serviços pioneiros. Portanto, a empresa pode cultivar a percepção do consumidor sobre sua expertise e que os clientes estão se beneficiando pessoalmente de seu trabalho inovador.

Branding e Inovação: Problemas São Oportunidades

O futuro das marcas é definido por meio de seus produtos e serviços. São experiências memoráveis que cativam os clientes.

Inovação

Os clientes gostam de se sentir na vanguarda da inovação. Procuram os produtos mais convenientes e de alta tecnologia.

Sendo assim, a inovação é uma influência central no comportamento de compra, especialmente no que diz respeito a como a imagem de uma marca se reflete no consumidor.

Além disso, estudos também descobriram que os consumidores valorizam muito o processo de inovação. Ao contrário do que muitos pensam, a inovação não é domínio exclusivo da tecnologia.

A novidade é um dos principais motores do comportamento do consumidor. No entanto, a abordagem dos consumidores em relação às novidades está se tornando cada vez mais sofisticada. Agora, eles também impulsionam a inovação por meio de suas preferências e necessidades. Assim, as marcas estão cultivando a melhoria contínua para atender a essas expectativas.

Existem dois tipos de inovação:

Inovação Incremental – que é menos arriscada, vista com mais frequência, é a melhoria dos produtos existentes.

Foi o caso do primeiro walkman, um reprodutor de música pessoal lançado pela Sony em 1979 que combinava um reprodutor de fitas cassete com fones de ouvido. O Sony Walkman não foi um avanço tecnológico, mas, em comparação com produtos anteriores, foi um avanço na imaginação e inovação incremental de produtos.

Inovação Radical – é a criação de um produto totalmente novo, é mais arriscado e pode transformar segmentos de mercado e até mesmo indústrias.

Um exemplo foi o iPod da Apple, que não apenas serviu como uma melhoria para tocadores de música portáteis, mas também tornou a música digital mais popular e criou um novo ecossistema musical e uma cadeia de valor.

Com isso, percebemos que a inovação não se trata da tecnologia empregada, mas do modelo de negócios proposto.

Por que a inovação é essencial para o sucesso da marca?

Sem inovação, uma marca não consegue sobreviver.

A inovação da marca pode assumir várias formas, desde rebranding, mudanças na embalagem ou inovação de produto, entre outras. Geralmente acontece após uma análise dos ambientes externos e internos da marca, analisando os processos internos da empresa e analisando a posição da marca em relação à concorrência.

Branding e Inovação

Enquanto uma marca diz “isso não pode ser feito”, outra já está fazendo.

Na verdade, as empresas não precisam de mais dinheiro, mais informações ou de mais tempo. Precisam de uma nova mentalidade.

Não existem marcas pequenas e grandes, existem marcas rápidas e lentas. Antes da Era Digital, as grandes empresas engoliam as pequenas. Hoje, são as marcas mais rápidas que engolem as lentas.

No quarto mandamento do branding emocional, Marc Gobé fala sobre preferência.

Qualidade é obrigação, a busca deve ser por responder às preferências das pessoas.

As marcas mais valiosas do mundo, desde a grande ruptura do digital, têm sido as que mais geram inovação, as que dedicam mais tempo ou recursos para inovar.

Qualquer empresa que queira competir em qualquer segmento e em qualquer fase de crescimento deve inovar em diferentes aspectos para aumentar o valor de sua marca.

Esta é a mentalidade necessária na era das tecnologias exponenciais e da ruptura digital.

As marcas que se sobressaem são aquelas que não têm medo de mudanças.

Elas sabem criar valor. Têm uma clara missão para tornar a vida das pessoas melhor. São encorajadas a focar suas estratégias sem um medo visceral de falhar, mas com o desejo de melhorar sempre. Elas veem o que os outros não veem e fazem o que outros não fazem ou não são incentivados a fazer.

A inovação diz respeito às pessoas.

Cada pessoa na empresa pode contribuir com algo positivo. Potencializar a proatividade, os espaços criativos, a curiosidade, as novas ideias e, sobretudo, a ação. Trazer as ideias para a realidade.

Uma tecnologia bem utilizada pode ser incrivelmente lucrativa. Mas a criação de experiências do cliente não pode depender exclusivamente disso.

Precisamos transformar informação em valor para o cliente.

O objetivo é transformar dados em informação, informação em conhecimento, conhecimento em ação, com impacto e significado. Vivemos em um mundo no qual a velocidade das mudanças cresce exponencialmente.

Ser ágil é mais importante do que ser o melhor.

Porque a mudança constante e a velocidade da mudança estão acelerando cada vez mais.

Se você não adotar a inovação ágil, logo será ultrapassado por outro jogador que sabe ir mais rápido e ficará obsoleto. Porque o valor das empresas e marcas está cada vez mais ligado ao nível de inovação que exercem.

Se as empresas mudarem sua maneira de pensar, também mudarão sua maneira de agir.

Muitas inovações ocorrem por um problema como queda nas vendas, mudanças no comportamento do cliente, novas tecnologias ou ações da concorrência. A chave é saber o que os clientes estão pensando e entender os problemas como oportunidades.

As marcas precisam observar de perto o mercado para entender as mudanças nas atitudes, tendências e impulsionadores da tecnologia.

http://t.me/brandingdigital

Os 10 mandamentos propostos por Marc Gobé são:

Consumidores ➜ Pessoas: Comportamento do Consumidor é Sobre Pessoas

Honestidade ➜ Confiança: Como as Marcas Podem Gerar Confiança

Produtos/Serviços ➜ Experiência: Experiência do Cliente Significa Encantar Pessoas

Qualidade ➜ Preferência: Branding e Inovação: Problemas São Oportunidades

Notoriedade ➜ Aspiração: Como Humanizar Sua Marca e Criar Conexões

Identidade ➜ Personalidade: Identidade é reconhecimento, mas personalidade é sobre caráter e carisma.

Funcionalidades ➜ Sentimentos: A funcionalidade de um produto trata apenas de qualidades práticas ou superficiais. O design sensorial é sobre experiências.

Visibilidade ➜ Presença: Alta visibilidade não é suficiente, as marcas precisam de presença emocional.

Serviço ➜ Relacionamento: Venda é serviço. Relacionamento é reconhecimento.

Comunicação ➜ Conversa: A comunicação não deve ser apenas falar. Conversar é compartilhar.

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